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quinta-feira, 27 de setembro de 2012

O Don Juan

O Don Juan, o homem que para Camus esta plenamente gozando de seu corpo. Vive suas experiências, numa lógica, muito parecida há ética utilitarista, vive pela quantidade de prazer que pode adquirir na vida. “O que Don Juan põe em prática é um ética da quantidade (...) O tempo caminha com ele”(CAMUS, 2010 p.79).
Não é de modo algum por falta de amor que Don Juan vai de mulher em mulher. É ridículo representá-lo como um iluminado em busca do amor total. Mas é até porque ele as ama com igual arrebatamento e a cada vez com toda inteireza, que lhe é preciso repetir esse dom e esse aprofundamento (CAMUS, 2010 p. 75)
Não tem em mente o juízo do certo e errado, vive tudo ante de morrer. Repete suas formulas, pois pensa para si, afinal se deu certo um vez, não haveria porque não repetir. Don Juan é a postura humana da descrença em qualquer transcendência, mas trás em si um apelo para novas vivências, múltiplas intensidades. O que Don Juan quer é ir contra esta ideia “todos os especialistas da paixão nos ensinam isso: só existe amor eterno contrariado” (CAMUS, 2010 p78). Mas o que o que exprime Don Juan é justamente sua repetição, sua busca. “É um, outro amor que sacode Don Juan e esse é libertador. Trás consigo todos os rostos do mundo e seu frêmito provém de que ele se sabe perecível” (CAMUS, 2010 p. 78).

segunda-feira, 24 de setembro de 2012

notas de estudo sobre James Joyce.

Transposta para a literatura do século 20 por James Joyce, em Ulisses, e apresentam na estrutura em diversos gêneros da arte como nas artes plásticas, cinema, teatro, um texto que podemos considerar uma obra que deu para o ocidente toda a tradição literária. Continuação da Ilíada, a obra acompanha Odisseu , em sua jornada de regresso à sua cidade, Ítaca, após a guerra de Tróia. Durante os dez anos de sua viagem. Ulisses enfrenta a ira de deuses, principalmente o Deus do mar Poseidon, e de Helio, faz parte de sua saga ter de enfrentar a sedução das ninfas, ser capturados por ciclopes e sofre o assédio de sereias, entre outras peripécias. Todo este conjunto de acontecimentos fantástico faz da Odisséia uma epopéia diferente da Iliada, na qual os heróis épicos não participam de aventuras fabulosas ou enfrentam monstros e entidades anacrônico. Sendo o poema tem três tipos de homens no poema homérico, os homens, os deuses e os heróis, a diferença deste para o homem é a imortalidade. Segundo o escritor Ítalo Calvino, uma das novidades da Odisséia foi justamente, ter colocado um herói grego épico como Ulisses ás voltas com bruxas e gigantes, monstros e devoradores de Homens, desta maneira submetendo um herói tradicionalmente um paradigma de virtudes aristocráticas e militares, “as mais duras fadigas, dor e solidão”, Homero aproximado homem moderno. Assim a persistência de Odisseu para atingir seus Objetivos e sua luta contra o universo arcaico, em larga, medida, o homem moderno em embate diário contra as angustias e dores de seu tempo. Lançando mão da sabedoria e do equilíbrio, mas também astúcia, o herói constrói uma nova ordem que confronta o obscurantismo de um mundo dominado pelos caprichos dos deuses. A modernidade temática, construída sobra a temática, seja entre o mundo mítico e o mundo dos homens, seja entre a necessidade de prosseguir e os obstáculos que iniciam à permanecia, um certo tipo de realismo. Esse mundo nos é apresentado por meio de uma técnica narrativa largamente empregada na literatura moderna, a inversão temporal, segundo qual os eventos são narrados em retrospectiva, em uma ordem não cronológica. Ernani Augusto

absurdo

absurdo adj. 1. Contrário ou repugnante à razão. s. m. 2. O que contrário à razão, à sensatez, ao bom senso. 3. Qualidade do que é absurdo. 4. Despropósito, insensatez, disparate. Fonte: http://www.priberam.pt/

filmes. que mostram algum tipo de vivencia. e movimentos de câmeras, Desconcertantes.

Central do Brasil (1998)
 Além da Linha Vermelha (The Thin Red Line) (1998)
 Três Reis (Three Kings) (1998)
 Magnolia (1999)
 Clube da Luta (Fight Club) (1999)
 Audition (1999)
 A Bruxa de Blair (The Blair Witch Project) (1999)
 Tudo Sobre Minha Mãe (Todo Sobre Mi Madre)(1999)
 Beau Travail (1999)
 Quero Ser John Malkovich (Being John Malkovich) (1999)
 Beleza Americana (American Beauty) (1999)
 Matrix (The Matrix) (1999)
 O Sexto Sentido (The Sixth Sense) (1999)
 Os Catadores e Eu (Les Glaneurs et la Glaneuse) (2000)
 Gladiador (Gladiator) (2000)
 Amor à Flor da Pele (Dut Yeung Nin Wa) (2000)
 O Dia do Perdão (Kippur) (2000)
 As Coisas Simples da Vida (Yi Yi) (2000)
 Réquiem para um Sonho (Requiem for a Dream) (2000)
 Amores Brutos (Amores Perros) (2000)
 Entrando numa Fria (Meet the Parents) (2000)
 Traffic (2000)
 O Tigre e o Dragão (Wo Hu Cang Long) (2000)
 Amnésia (Memento) (2000)

O mito de Sisifo. Nota de estudo

O mito de Sísifo. Nota de estudo Essa obra pode ser vista como o ensaio filosófico central da obra de Camus, pois nela se encontra exposta a filosofia a filosofia do absurdo, em torno da qual se organizam todos os outros temas do pensamento e da ação de Camus(POR EXEMPLO, O TEMA DA REVOLTA) Nesta obra, a questão do suicídio é decisiva. Não moralmente ( Camus não pergunta, como Kant, se temos o direito de nos matar), mas porque dá o ensejo a outra questão, a do sentido da existência. A morte voluntária não será a saída para aquele que entendeu a falta de sentido da vida? A experiência camusiana do absurdo lembra uma náusea satreaana : uma “lassidão mesclada de fastio” diante do banal e maquinal repetição dos momentos da existência. A perspectiva da morte, a necessidade de submeter-se à irracionalidade no mundo, tudo isso contribui para tornar mais preciosa a noção de Absurdo. Não é que o mundo, em si , seja absurdo. tampouco o homem. O absurdo nasce da confrontação desse mundo com o desejo humano de clareza e racionalidade.
*SÍSIFO, 56 a 20. Título de um drama satírico de Ésquilo (Nauck, p. 74) e de outro, também satírico, de Eurípides (N., p. 572). O primeiro traz no próprio título — Sísifo, Rolando a Pedra — alusão à conhecida pena sofrida no Hades (cf. Od. XI 593-600; Higin., fab. 60; Apol., Bibl. I 9, 3). Também é atribuído a Crítias, um dos Trinta Tiranos, um drama com este nome, de que resta um longo fragmento (N., p. 771), citado por Sexto Empírico (Ad. Math. 403), como exemplo de ateísmo. É de notar que alguns dos versos do mesmo fragmento são também atribuídos a Eurípides (Plut., De plac, p. 880 E).
*Aristóteles. Ética a Nicômaco ; Poética / Aristóteles ; seleção de textos de José Américo Motta Pessanha. — 4. ed. — São Paulo : Nova Cultural, 1991. — (Os pensadores ; v. 2)

sexta-feira, 14 de setembro de 2012

O ABSURDO UMA CONDIÇÃO HUMANA EM ALBERT CAMUS

O ABSURDO UMA CONDIÇÃO HUMANA EM ALBERT CAMUS Ernani Augusto de Andrade* Resumo Neste artigo é feita uma análise sobre o conceito de Absurdo de Albert Camus (1913-1960) tendo com objetivo principal, a leitura do ensaio o Mito de Sísifo (1942). Camus um é existencialista pelos seus conceitos e modo que analisa o humano, mas não há um rigor fenomenológico em pensamento, Se não uma atitude frente a situação existencial. Em sua década marcada por guerras e avanços científicos, os filósofos percebe-se o esvaziamento de sentido no Homem contemporâneo. Camus, em seu “homem Absurdo” tenta criar modos de vida que fazem “esquivar” do trágico da vida, através do absurdo em que vive neste mundo. Tendo uma única pergunta valida ha ser feita: a vida vale a pena ser vivida? Palavra Chave Camus – Existência – Humano – Absurdo

terça-feira, 29 de março de 2011

um cristo.

O absurdo do cristianismo

Nada mais ilógico para todos entre todos os povos.Aqueles que viveram , andaram e registraram ficam com uma parte da história de Cristo.
Deus revelou-se a um povo:O Judeu dos grandes patriarcas Abraão,Adão, Jacó, Isaque, Moisés, Davi, Salomão.Homens comuns que agradaram a Deus.Antes tiveram um intenso relacionamento com Iaweh.
A prática dos Judeus era pautada na lei revelada.Seus rituais poderiam ser feitos apenas por Judeus para Judeus, ou seja gentil não era Salvo.
Com o Advento de Cristo.Uma dobra na história.Acontecia já no cerne da Discussão teologia Judaica de que Deus se encarna em um homem.Cristo meio homem meio Deus.O maior fracasso, o caso mais vergonhoso ao povo escolhido,Cristo.
Por que vergonha?
Como pode Deus nascer entre merda e mijo numa fedida e nojenta manjedoura.Nada de palácio riqueza.Como pode vim ser filho de pessoas pobres.O grande messias que veio para trazer gloria ao povo!Entre fatos e escritos e o que realmente aconteceu uma lacuna significativa.
O entendimento deste ministério aqueles da época foi de difícil esclarecimento.Cristo O logos. O Cristo das contradições, da fala em Parábolas, do contrario de seu povo. Fala com mulheres,crianças anda com leproso, doentes,cochos,adúlteros,ladrões,cobradores de impostos, homens simples pastores de ovelhas.Tudo que em sua época era considerado marginal,minoria em expressão;Imundos.
Seu ministério dito é para o amor.Suas praticas para um tipo de homem.Os grandes doutores da lei desacreditados!Cristo foi a rachadura do poder,em Roma acusado de ser revolucionário.
O Povo judeu esperava o messias mas com gloria, poder!Mas Ele vem entre humildes,perdidos.Não aglomerou riquezas,não queria fama, não fazia apelo a sua própria imagem.Seus testemunhos são de que através de Deus ele era chamado a falar e anunciar através de Deus ele era Chamado a falar e anunciar o arrependimento e a procissão de fé de que DEUS é soberano.
Estamos vivendo muito longe desta história.De alguma forma o simbólico desta história.Temos os relatos, os evangelhos apócrifos.O texto já esta recheado de opiniões e tradições impresso na linguagem, vocabulário. Nosso desafio é crer no absurdo da cruz.CRISTO-NASCIDO-MORTO-RESSUCITADO, Fazendo disto o grande ato SALVADOR DE TODA A HUMANIDADE!!!!!
O louco é que ele era Deus, Anunciando o Verbo na carne.Como pode o principio Morrer.qual a ligação TRANCENDÊNCIA=IMANÊNCIA, Para os filósofos sem lógica e impossível! Pior ele morre por um Fraco e Impotente (os que jamais aceitaram).O triunfo A VITÓRIA SOBRE A MORTE!
ELE RESUSSITA!