Ao forçar pensar em Deleuze dentro da filosofia não é metafisico e sim ontológico o seu horizonte de abordagem, o peso desta escolha lhe faz pagar uma cara hipoteca com velhos conceitos e descartar inúmeras posições e Conceitos do cânone filosófico , que congelou posições, travou a não mudança, reorganizar a própria história da filosofia que sempre buscou dentro de suas escolas a pureza para alcançar a verdade.
O que é de fato o cosmo? Porque estamos na Terra? Deus crio a terra ? Qual a origem do Homem? Peguntas com as quais filósofo ao longo de anos tentam clarear a obscura inteligencia, com teses, hipóteses, filósofos, estabeleceram Princípios, Métodos, com argumentos metafisico foi possível estabelecer limites, para a o Real, encarar como um Motor,como fez Aristóteles , uma passagem do Ser ao Não-ser como pensou Parménides, perceber que o caráter seletivo humano ajudava a realidade melhorar, fundamentando o conceito de Bem assim fez Platão.
Isto acontece no mundo Grego, na Idade média, se procurar fundamentar o Conceito de Deus, Passamos para a modernidade, Deus é colocado em cheque mas a dura realidades não está sobre os domínios de Deus, que julga, mas Apenas Calculo, planejou o mundo, Ainda para Deleuze este filósofo buscam na Metafisica o principio, como faz Descarte, estabelece que para se chegar a verdade,o Conceito de Cogito,ainda que este tenha já a pureza de encara a realidade sem um Deus julgador, Hegel cria um sistema Filosófico para que os indivíduos contemplem o Absoluto, o real o ideal se organiza na consciência.
Longe agora de questões assim o filosofo não busca a Verdade, colocar um principio Metafisico (fora da realidade), mas com a força do pensar pensa como Nietzsche, buscar teses explicações que de fato levam em conta tudo aquilo que não para de ser metamorfosear. Fluxo, Devir, Multiplicidade, fazem parte da dinâmica do existente, mas a unidade? Onde reconheço o que sou e fui? Agora começa o papel de um filósofo, Criar conceitos , parar e com a historia entra em sem movimento interno de criação de Conceitos, Buscar com o Sentido e problema o que pode o um pensamento responder.
Deleuze se utiliza dos outros filósofos e não filósofos para criar conceitos, como faz com Proust, Hume, kant, Nietzsche,Espinosa, Fitzgerald ,Artaud , escrevendo monografia sobre estes autores, Colando, recortando, torcendo conceito para pensar em sua própria filosofia. O rigor como cria conceito e inveta é balizado na vida. O pensar é humano, a orientação é livre, é todas as escolhas sobre todas as possibilidades são reais. Não há como chega em uma definição de Deleuze sem que se faça ver e passar entre os conceitos ressonância de outros autores e conceitos. Por isto esta monografia que pretende explicar o que é traçar uma linha de Fuga ? Atravessa outros Conceito, como Campo de Consistência, Rizoma, Molar/Molecular, Devir, Multiplicidade,Singularidade,Virtual/atual, Estratos,Agenciamentos, Desterritoritorialização, Corpo-Sem-Orgãos.
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sexta-feira, 19 de fevereiro de 2010
segunda-feira, 30 de novembro de 2009
O que é Traçar uma linha de FUGA para Gilles Deleuze
O que é Traçar uma linha de FUGA para Gilles Deleuze.
“Tudo vive num fluxo continuo na terra; nela nada conserva uma forma constante e definitiva”.
(Rousseau, Os devaneios do caminhante Solitário)
Indivíduos preenchidos por Hábitos, signos, uma moral. O devir Macho-Branco-heterossexual. O mundo tem suas singularidades Jeito, traço, o inconsciente e toda a irracionalidade humana. Aglomerados de forças que se singularizam, uma vida, Conceitos criados outros re-trabalhados por Gilles Deleuze, portanto este artigo tem o objetivo esclarecer o sobre o que fala quando se diz: -Devemos traçar uma linha de Fuga; Pois não se faz só assim, não se afirma:- eu sou assim! Unir corpo e terra e experimentar, Devir.Colocar há possibilidade em cheque, todas elas, ser capaz de sair de seu Habitar, não estabelecer pontos fixos a sim colocar em uma distribuição nômade que recorrem Acontecimentos múltiplos, o mundo esta em Fluxo/Virtual.
Uma e todas as chances de agir, fazer, construir, criticar, ajudar, chorar a melhor orientação sobre Aoin. Nos afirma com simpatia.
“È sempre sobre uma linha de fuga que se cria, não é claro, porque se imagina ou se sonha, mas ao contrario, porque se traça algo real, compõe-se um plano de consistência. Fugir, mais fugindo, procurar uma arma”.Diálogos, pg 158.
Trair assim diria o filosofo, pois se estamos na terra com pouco ou nenhuma certeza da especificidade Humana, ou seja, toda a orientação para a vida é fazer fugir, não escapar, mas vazar, enfrentar, Trair é criar Trapacear estabelecer territórios. Estabelecer parâmetros para uma vida que levem em conta sentir o presente, os instantes furta-se ao território, ver e se fazer parte do processo das vibrações e tensões que envolvem os corpos.
Deleuze e Guattari fundaram no ocidente uma nova noção de Ontologia; ou pelo menos fazer a filosofia Vazar para escapar não, virar uma redundância., O que é pensar? Afinal entre Vida e Conceitos. Há lacunas, contra-senso, paradoxo a filosofia deve abarcar seus problemas entre,buscar a sua gagueira.
Traçar um linha de fuga:
Na tentativa Deleuziana de explicar a dinâmica do existir, este passa pela Vida e toda sua carga de desejo/ódio, medo/alegria, travestis/drogados. Afinal entre os acontecimentos Deleuze aponta para uma lógica interna entre as misturas de força pontos Singulares:INTENSIDADE
Entre partículas perceptíveis Atual/Virtual, o homem vive sobre o Sol. Uma vida, por sua vez uma metamorfose acontece sobre a superfície, o lugar onde habita os sentidos, “O mais profundo é a pele”. Ao buscar superar a forma e a tarefa da filosofia Deleuze ao lado de vários filósofos e escritores, leva a própria filosofia a seu re-encontro Questões/ Problemas em que pontos das teorias , hipótese, explicações , sobre a vida colocaram um pre suposto para conseguir algo sobre a vida, Deleuze parte da vida na vida , e esta é as nossas armas, não haverá redenção, premio, pódio no final de cada ação humana, no entanto na terra devemos buscar o que ?
Superar o Conceito platônico de Simulacro, O Sujeito Cartesiano, o Nada de Heidegger, estar ai esta; é a condição, só se é forçado a pensar. Só se pode pensar Diferente. "Mas por que este desfile lúgubre de corpos costurados, vitrificados, catatonizados, aspirados, posto que o CsO é também pleno de alegria, de êxtase, de dança? Então, por que estes exemplos? Por que é necessário passar por eles? Corpos esvaziados em lugar de plenos. Que aconteceu? Você agiu com a prudência necessária? Não digo sabedoria, mas prudência como dose, como regra imanente à experimentação: injeções de prudência. Muitos são derrotados nesta batalha. Será tão triste e perigoso não mais suportar os olhos para ver, os pulmões para respirar, a boca para engolir, a língua para falar, o cérebro para pensar, o ânus e a laringe, a cabeça e as pernas? Por que não caminhar com a cabeça, cantar com o sinus, ver com a pele, respirar com o ventre, Coisa simples, Entidade, Corpo pleno, Viagem imóvel, Anorexia, Visão cutânea, Yoga, Krishna, Love, Experimentação. Onde a psicanálise diz: Pare, reencontre o seu eu, seria preciso dizer: vamos mais longe, não encontramos ainda nosso CsO, não desfizemos ainda suficientemente nosso eu. Substituir a anamnese pelo esquecimento, a interpretação pela experimentação. Encontre seu corpo sem órgãos, saiba fazê-lo, é uma questão de vida ou de morte, de juventude e de velhice, de tristeza e de alegria. É aí que tudo se decide"
“Tudo vive num fluxo continuo na terra; nela nada conserva uma forma constante e definitiva”.
(Rousseau, Os devaneios do caminhante Solitário)
Indivíduos preenchidos por Hábitos, signos, uma moral. O devir Macho-Branco-heterossexual. O mundo tem suas singularidades Jeito, traço, o inconsciente e toda a irracionalidade humana. Aglomerados de forças que se singularizam, uma vida, Conceitos criados outros re-trabalhados por Gilles Deleuze, portanto este artigo tem o objetivo esclarecer o sobre o que fala quando se diz: -Devemos traçar uma linha de Fuga; Pois não se faz só assim, não se afirma:- eu sou assim! Unir corpo e terra e experimentar, Devir.Colocar há possibilidade em cheque, todas elas, ser capaz de sair de seu Habitar, não estabelecer pontos fixos a sim colocar em uma distribuição nômade que recorrem Acontecimentos múltiplos, o mundo esta em Fluxo/Virtual.
Uma e todas as chances de agir, fazer, construir, criticar, ajudar, chorar a melhor orientação sobre Aoin. Nos afirma com simpatia.
“È sempre sobre uma linha de fuga que se cria, não é claro, porque se imagina ou se sonha, mas ao contrario, porque se traça algo real, compõe-se um plano de consistência. Fugir, mais fugindo, procurar uma arma”.Diálogos, pg 158.
Trair assim diria o filosofo, pois se estamos na terra com pouco ou nenhuma certeza da especificidade Humana, ou seja, toda a orientação para a vida é fazer fugir, não escapar, mas vazar, enfrentar, Trair é criar Trapacear estabelecer territórios. Estabelecer parâmetros para uma vida que levem em conta sentir o presente, os instantes furta-se ao território, ver e se fazer parte do processo das vibrações e tensões que envolvem os corpos.
Deleuze e Guattari fundaram no ocidente uma nova noção de Ontologia; ou pelo menos fazer a filosofia Vazar para escapar não, virar uma redundância., O que é pensar? Afinal entre Vida e Conceitos. Há lacunas, contra-senso, paradoxo a filosofia deve abarcar seus problemas entre,buscar a sua gagueira.
Traçar um linha de fuga:
Na tentativa Deleuziana de explicar a dinâmica do existir, este passa pela Vida e toda sua carga de desejo/ódio, medo/alegria, travestis/drogados. Afinal entre os acontecimentos Deleuze aponta para uma lógica interna entre as misturas de força pontos Singulares:INTENSIDADE
Entre partículas perceptíveis Atual/Virtual, o homem vive sobre o Sol. Uma vida, por sua vez uma metamorfose acontece sobre a superfície, o lugar onde habita os sentidos, “O mais profundo é a pele”. Ao buscar superar a forma e a tarefa da filosofia Deleuze ao lado de vários filósofos e escritores, leva a própria filosofia a seu re-encontro Questões/ Problemas em que pontos das teorias , hipótese, explicações , sobre a vida colocaram um pre suposto para conseguir algo sobre a vida, Deleuze parte da vida na vida , e esta é as nossas armas, não haverá redenção, premio, pódio no final de cada ação humana, no entanto na terra devemos buscar o que ?
Superar o Conceito platônico de Simulacro, O Sujeito Cartesiano, o Nada de Heidegger, estar ai esta; é a condição, só se é forçado a pensar. Só se pode pensar Diferente. "Mas por que este desfile lúgubre de corpos costurados, vitrificados, catatonizados, aspirados, posto que o CsO é também pleno de alegria, de êxtase, de dança? Então, por que estes exemplos? Por que é necessário passar por eles? Corpos esvaziados em lugar de plenos. Que aconteceu? Você agiu com a prudência necessária? Não digo sabedoria, mas prudência como dose, como regra imanente à experimentação: injeções de prudência. Muitos são derrotados nesta batalha. Será tão triste e perigoso não mais suportar os olhos para ver, os pulmões para respirar, a boca para engolir, a língua para falar, o cérebro para pensar, o ânus e a laringe, a cabeça e as pernas? Por que não caminhar com a cabeça, cantar com o sinus, ver com a pele, respirar com o ventre, Coisa simples, Entidade, Corpo pleno, Viagem imóvel, Anorexia, Visão cutânea, Yoga, Krishna, Love, Experimentação. Onde a psicanálise diz: Pare, reencontre o seu eu, seria preciso dizer: vamos mais longe, não encontramos ainda nosso CsO, não desfizemos ainda suficientemente nosso eu. Substituir a anamnese pelo esquecimento, a interpretação pela experimentação. Encontre seu corpo sem órgãos, saiba fazê-lo, é uma questão de vida ou de morte, de juventude e de velhice, de tristeza e de alegria. É aí que tudo se decide"
Mil platôs - capitalismo c esquizofrenia, vol. 3 / Gilles v.3 Deleuze, Félix Guattari; tradução de Aurélio Guerra Neto et alii. — Rio de Janeiro : Ed. 34, 1996 (Coleção TRANS)
quarta-feira, 4 de novembro de 2009
Etimologia de Socialismo.
Socialismo teoria social baseada sobre a igualdade de direito ao trabalho e ao lucro do trabalho. Todos os bens produtivos ( a terra, os edifícios, as maquinas, as fabricas) devem passar ao domínio inaliável da sociedade. Todos os privilégios devem ser abolidos para que se obtenha a mais completa igualdade possível, Do Frances socialisme, do latim Socialismus, de Social+Ismo. (Grande dicionário etimológico-Prosódico da língua portuguesa pg:3791 )
Palavra , conceito tem sua origem no radical Sócio cuja transcrição corresponde: Associado, companheiro, Aliado, XII Do latim. , Associação em 1844 do Frances association; A ssociar, agregar , unir, reunir, XVI. Do latim Associare; consociação XX. Do latim consociatio-onis, consciar verbo, associar XVIII. Do Latim consociare; consocio XVI, do latim, consocius; des-a -ssociar em 1881; dissociabil.idade, em 1881; dissociação 1858, do Frances dissociation, derivado do latim, dis-sociare; dissociável XVIII, do Frances dissociable, deriva do latim, dissociabilis. Insociabel-idade 1858, adaptado do Frances insociabilité , insocial, 1844 da latim, tradução Insocialis, insociável 1844, do Frances, insociable, derivado do latim , in-sociabilis –e; Sociabil-idade 1813. adaptado do Frances Sociabilité, Sociabil-izar, 1881 , social XVI Do latim socialis-e, Social-ismo, do Frances Socialisme.
Em fim o registro histórico desta palavra no dicionário etimológico Nova Fronteira de língua portuguesa , onde esta é cunhada no período moderno,Já em Lalande, pagina 1290 cito um parte; “ fui eu o primeiro a servir –me da palavra socialismo. Tratava-se de um neologismo nessa altura, um neologismo necessário: forjei esta palavra em oposição a Individualismo, que começava a circular. Isto há cerca de vinte cinco anos atrás” diz Pierre Leuroux , reclama a paternidade desta palavra, que não foi este que de fato o fez, segundo estudioso este teórico não passava de um entre vários saint-saimomianos, que entre os homens da época precisaram do neologismo. Mas com efeito esta pavra foi usada ante de Pierre Leuroux, ele não a forjou foi o primeiro a usar e explicara esta palavra sistematicamente
Palavra , conceito tem sua origem no radical Sócio cuja transcrição corresponde: Associado, companheiro, Aliado, XII Do latim. , Associação em 1844 do Frances association; A ssociar, agregar , unir, reunir, XVI. Do latim Associare; consociação XX. Do latim consociatio-onis, consciar verbo, associar XVIII. Do Latim consociare; consocio XVI, do latim, consocius; des-a -ssociar em 1881; dissociabil.idade, em 1881; dissociação 1858, do Frances dissociation, derivado do latim, dis-sociare; dissociável XVIII, do Frances dissociable, deriva do latim, dissociabilis. Insociabel-idade 1858, adaptado do Frances insociabilité , insocial, 1844 da latim, tradução Insocialis, insociável 1844, do Frances, insociable, derivado do latim , in-sociabilis –e; Sociabil-idade 1813. adaptado do Frances Sociabilité, Sociabil-izar, 1881 , social XVI Do latim socialis-e, Social-ismo, do Frances Socialisme.
Em fim o registro histórico desta palavra no dicionário etimológico Nova Fronteira de língua portuguesa , onde esta é cunhada no período moderno,Já em Lalande, pagina 1290 cito um parte; “ fui eu o primeiro a servir –me da palavra socialismo. Tratava-se de um neologismo nessa altura, um neologismo necessário: forjei esta palavra em oposição a Individualismo, que começava a circular. Isto há cerca de vinte cinco anos atrás” diz Pierre Leuroux , reclama a paternidade desta palavra, que não foi este que de fato o fez, segundo estudioso este teórico não passava de um entre vários saint-saimomianos, que entre os homens da época precisaram do neologismo. Mas com efeito esta pavra foi usada ante de Pierre Leuroux, ele não a forjou foi o primeiro a usar e explicara esta palavra sistematicamente
quarta-feira, 24 de junho de 2009
A NOÇÃO DE “EMPIRISMO TRANSCENDENTAL” NA ONTOLOGIA DE GILLES DELEUZE
Ernani Augusto de Andrade PUC-PR
Orientador: Eladio Constantino Pablo Craia
O presente trabalho tem como objetivo abordar o problema do campo transcendental e sua perspectiva ontológica em Gilles Deleuze. Desde que Nietzsche o declarou pela primeira vez, importantes segmentos da filosofia do século XX afirmam que é necessário superar certas noções centrais da tradição filosófica, como são as de fundamento, identidade, substância, sujeito, oposição dialética, e ate o conceito de nada. Neste campo reflexivo se constitui a filosofia de Gilles Deleuze, a partir de suas teses ontológicas organizadas em torno dos conceitos de Diferença, Univocidade do Ser, entre outros. Podemos reconhecer que certa historia da metafísica procurou o fundamento, isto é, pensar um Ser que opere como princípio que ordena, organiza e orienta a dinâmica do existente. Em oposição a esta perspectiva, o Ser é para Deleuze pura diferença que se expressa ontologicamente num só sentido e numa só voz, aquilo que o autor francês chama de “univocidade”. Este conceito é retomado por Deleuze a partir de Duns Scot, Espinosa e Nietzsche. A busca de Deleuze em Lógica do Sentido consiste em mostrar como pode ser possível que o sentido do Ser se expresse como diferença. Assim, se pode apontar aquilo que de fato gira em torno do campo transcendental e o empirismo, segundo este é reinterpretado por Deleuze, enquanto conceitos que problematizam a questão do devir e a diferença. A articulação do campo transcendental serve ao estofo ontológico para esta problemática, assim, é possível determinar um campo transcendental impessoal, pré-individual que não se parece com os campos empíricos correspondentes e que não se confunde com uma profundidade indiferenciada. Por outro lado, este eu pré-individual supera a negatividade e a sua eventual oposição dialética. O transcendental não corresponde a um campo empírico, nem a uma consciência, ele é uma multiplicidade em permanente devir.
Orientador: Eladio Constantino Pablo Craia
O presente trabalho tem como objetivo abordar o problema do campo transcendental e sua perspectiva ontológica em Gilles Deleuze. Desde que Nietzsche o declarou pela primeira vez, importantes segmentos da filosofia do século XX afirmam que é necessário superar certas noções centrais da tradição filosófica, como são as de fundamento, identidade, substância, sujeito, oposição dialética, e ate o conceito de nada. Neste campo reflexivo se constitui a filosofia de Gilles Deleuze, a partir de suas teses ontológicas organizadas em torno dos conceitos de Diferença, Univocidade do Ser, entre outros. Podemos reconhecer que certa historia da metafísica procurou o fundamento, isto é, pensar um Ser que opere como princípio que ordena, organiza e orienta a dinâmica do existente. Em oposição a esta perspectiva, o Ser é para Deleuze pura diferença que se expressa ontologicamente num só sentido e numa só voz, aquilo que o autor francês chama de “univocidade”. Este conceito é retomado por Deleuze a partir de Duns Scot, Espinosa e Nietzsche. A busca de Deleuze em Lógica do Sentido consiste em mostrar como pode ser possível que o sentido do Ser se expresse como diferença. Assim, se pode apontar aquilo que de fato gira em torno do campo transcendental e o empirismo, segundo este é reinterpretado por Deleuze, enquanto conceitos que problematizam a questão do devir e a diferença. A articulação do campo transcendental serve ao estofo ontológico para esta problemática, assim, é possível determinar um campo transcendental impessoal, pré-individual que não se parece com os campos empíricos correspondentes e que não se confunde com uma profundidade indiferenciada. Por outro lado, este eu pré-individual supera a negatividade e a sua eventual oposição dialética. O transcendental não corresponde a um campo empírico, nem a uma consciência, ele é uma multiplicidade em permanente devir.
sexta-feira, 15 de maio de 2009
ERA DOS IMPÉRIOS
A era dos impérios
O texto do historiador Hobsbawn, Eric(1917-2012). A Era dos impérios, recorta uma transição que gera acontecimentos como disputas de terras, controle econômico,da terra oriundo das ideais de uma classe, os burgueses:
A economia está no progresso capitalista e os “Atrasados”(Africa, América Latina, Asia,Oriente), devem seguir tal avanço; período de 1875 à 1914. A era do impérios não somente pela prática do imperialismo, Dominar um território estrangeiro, de forma MILITAR/POLITICO/ECONOMICA , EXPLORAR sua matéria prima. Período da história da Europa , com maior numero de estados/Países, com governantes se auto-denominado Imperadores.
“A Era dos Impérios (original em inglês: The Age of Empire: 1875-1914) é um livro de autoria do historiador e cientista social inglês Eric Hobsbawm. No seu livro problematiza o período 1875-1914, marcado segundo o autor pela predominância de grandes potências imperiais ou colonialistas"(http://pt.wikipedia.org/wiki/A_Era_dos_Imp%C3%A9rios)
A economia está no progresso capitalista e os “Atrasados”(Africa, América Latina, Asia,Oriente), devem seguir tal avanço; período de 1875 à 1914. A era do impérios não somente pela prática do imperialismo, Dominar um território estrangeiro, de forma MILITAR/POLITICO/ECONOMICA , EXPLORAR sua matéria prima. Período da história da Europa , com maior numero de estados/Países, com governantes se auto-denominado Imperadores.
Imperadores com características de um império colonial, explora terra , mão-de-obra e matéria-prima, ou seja as colonias são as responsáveis pelo avanço do império , estes fazem a manutenção do território conquistado com expedições militares( Oriente médio) e intervenções politicas ( Iraque ) economias ( bloqueio á cuba).
O mundo exceto Europa e América do Norte,Japão,foi formalmente repartido entre essas potencias, estas colonias sofrerem intervenções politicas, econômicas , mas algo que não podemo deixar de citar é as transformações culturais ocorridos nestes países. Para ocupação de áreas remotas a condição tecnologia contribuem para este feito, o gosto pelo exótico, ouro diamante, são as condições do sub-mundo, para entrar na fila do progresso, A abertura do mundo, ferrovias, e a massa de consumo, transformando estas economia emergentes em produtores da energia ao produto ou artigo de luxo . Por isto disputar terra é também uma questão Militar .
quinta-feira, 14 de maio de 2009
Dicionario Deleuze/Guattari
- Agenciamento: Noção mais simples do que as de estrutura, sistema forma, etc . Um agenciamento comporta componentes heterogêneos, tanto de ordem biológica, quando social, maquínica, gnosiológica, imaginária. Na teoria esquizoanalítica do inconsciente, o agenciamento é concebido para substituir o "complexo" freudiano.
- A-significante: distinguimos as "semióticas significantes"- aquelas que articulam cadeias significantes e conteúdos significados- das semiótica a-significante'', que agem a partir de cadeias sintagmáticas, sem engendramento de efeitos de significação no sentido linguístico. Elas podem estra diretamente conectadas com seus referentes no quadro de interação diagramática. Exemplo de semiótica a-significante: a escrita musical, o corpus matemático, as sintaxes informáticas, as do robôs, etc.
- bloco; Termo Próximo de "agenciamento" introduzido em kafka - por uma literatura menor, com a noção de "bloco de Infância ".Não se trata de complexos infantis, mas de cristalizações de sistemas de intensidades que atravessam as faces psicogenéticas e podem operar através dos mais variados sistemas perceptivos, cognitivos, afetivos. Um exemplo de bloco de intensidade ; Os refrões musicais em Proust, "A frasesinha de Vinteuil".
- codigo/sobrecodificação: a noção , aqui é empregada numa acepção bem ampla: ela pode dizer respeito tanto aos sistemas semióticos quanto fluxos sociais e aos fluxos materiais. O termo "sobrecodificação" corresponde a uma codificação em segundo grau. Exemplo: as sociedades agrárias primitivas funcionam segundo seu próprio sistema de codificação territorializado e são "sobrecodificados" por uma estrutura, relativamente desterritorializa, que lhes impõem sua hegemonia militar, religiosa, fiscal, etc.
-Constelação de universo: as referencias da representação não são penas quantificáveis segundo as coordenadas energético-espaço-temporais(EST). Elas são relativas também às coordenadas existenciais qualitativas. Os universos de referencias não são assimiláveis às idéias platônicas: elas variam de acordo com seu ponto de surgimento . Organizam-se em constelações que podem se fazer se fazer à mercê da constituição de agenciamentos de subjetivação.
Corpo-sem-orgão: noção de Antonin Arttaud que Gilles Deleuze retoma para marcar o grau zero das intensidades. A noção de "corpo-sem-orgão, difere da noção de "pulsão de morte", não implica qualquer referencia termodinâmica.
- Corte: a "máquinas de desejantes" são caracterizadas como sistemas de corte dos fluxos. Em O Anti-èdipo, Termo "corte" é inseparável de "fluxos":" Conncticut, Connect-I-cut, grita Joey de bettelhem .
-Devir: Termo relativo à economia do desejo. OS fluxos de desejo procedem por afetos e devires, independentemente do fato de que possam ser ou não calcados sobre pessoas sobre ]imagens, sobre identificas. Assim um individuo, etiquetado antropologicamente como masculino, pode ser atravessado por devires múltiplos e, aparentemente , contraditórios: Devir feminino que coexiste com um devir criança, um devir animal, um devir indizível,etc. Uma língua dominante ( uma língua que opera num espaço nacional) pode ser localmente capturada num devir minoritário. Ela será qualificada de "devir menor" . Exemplo: Dialeto alemão de Praga utilizado por Kafka.
- Encodificação: agenciamento de código . Caso Particular de agenciamento que pode ser de moldagem, de catálise de identificação, de enunciação discursiva, etc. Nessa condições é preciso separar das encodificações:
- os "processos maquínicos concretos" (maquinas Técnicas, maquinas econômicas, etc)
- os "processos maquínicos abstratos"( ou Phylum maquínicos) .Os "universos incorporais são universos de referencias não discursivos.São compostos de traço de intensidades que se relacionam entre si segundo os sistemas de coordenadas que dependem não da lógica dos conjuntos discursivos, mas sem de uma lógica, ou melhor, de um "maquina dos corpos sem órgão".Exemplo de máquinas abstratas: . As estruturas profundas" da sintaxe gerativo-transformacional de Chomsky;
. o quadro de classificações periódica dos elementos químicos de Mendeleiev;
.as diversa máquinas barrocas que atravessam a história da arte.
- Enunciações coletiva: embora a língua seja, por essência, social e , além disso, conectada diagramaticamente em realidades contextuai, as teorias linguísticas da enunciação centram a produção linguística nos sujeitos individuados ao invés de discernir o que são os " agenciamentos coletivos de enunciação".("Coletivo" aqui não deve ser entendido somente no sentido de agrupamento social: ele implica também a entrada de diversas coleções de objetos técnicos , de fluxos materiais, estéticas,etc.
-Fluxo: os fluxos materiais e semióticos "procedem" os sujeitos e os objetos. O desejo , portanto não é de inicio nem subjetivo, nem representativo: ele é economia de fluxos.
- Grupo sujeito/grupo sujeitado: Os grupos sujeitos opõe-se aos grupos sujeitados. Tal oposição implica um referencia micropolítica: o grupo sujeito tem por vocação gerir, na medida do possivel, sua relação com as determinações externas e com sua propria lei interna . O grupo sujeitado, ao contrario, tende a ser manipulado por todas as determinações externas e a ser dominado por sua própria lei interna (superego)
Imaginário-fantasma: na medida em que o imaginário e o fantasma na economia do desejo da esquizoanálise não estão mais em posição central essas instancias deverão ser recompostas no seio de noções tais como "agenciamento" , "bloco".
Referência: GUATTARI, Félix; ROLNIK, Suely. Micropolítica: cartografias do desejo. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. 326 p.
Referência: GUATTARI, Félix; ROLNIK, Suely. Micropolítica: cartografias do desejo. 6. ed. Petrópolis: Vozes, 2000. 326 p.
sábado, 17 de janeiro de 2009
Rembrandt Harmenszoon van Rijn
Aristoteles, reverência Homero.
Aristóteles (384-322 a.C), descansa a mão pensativa sobre um busto de Homero, o poeta épico cego da Ilíada e da Odisséia. Um medalhão representando Alexandre, o Grande, a quem Aristóteles ensinava, pende da pesada corrente de ouro. O filósofo contempla recompensas materiais, em oposição aos valores espirituais, com o jogo de luz e sombra em suas feições que sugerem os movimentos de sua mente. Pintado para o grande siciliano colecionador Antonio Ruffo, a imagem também se refere à comparação entre o tato e a visão como um meio de adquirir conhecimento de Aristóteles
Rembrandt Harmenszoon van Rijn (Leida, 15 de julho de 1606 — Amsterdam, 4 de outubro de 1669) foi um pintor e gravador neerlandês.http://www.metmuseum.org/Collections/search-the-collections/110001844
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